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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Pastagens – plantio por semeadura e plantio por mudas

             Nos dias de hoje, muitos usam dois tipos de plantio de pastagem: por meio de sementes ou mudas. Ambos, seguem algumas técnicas que só agregam qualidade à pastagem.

Pastagens – plantio por semeadura e plantio por mudasComo são utilizadas para a alimentação animal, aspastagens devem ter algumas características primordiais como: alto valor nutricional, qualidade de seleção (passaram por melhoramento genético) ealta produtividade (por área plantada). pastagem deve ser encarada como qualquer outro tipo de cultura, requerendo o manejo adequado para o seu pleno desenvolvimento.

 Atualmente, muitos dividem o pasto em piquetes, cultivando cada um separadamente. Enquanto o gado pasta em uma das áreas, outra está sendo irrigada e recebendo os cuidados necessários para que, em breve, o gado possa se alimentar nesta área. 

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Silagem de milho: como produzir silagem com qualidade e quantidade

 Ao produzir silagem de milho, é imprescindível seguirmos algumas regras para aproveitar, ao máximo, suas qualidades nutritivas.

O silo trincheira é um dos mais utilizados na produção de silagem. Foto: arquivo pessoal do autor.
A operação da silagem deve ser feita de forma rápida e eficiente para se obter qualidade.
Na produção de silagem de milho, várias condições e técnicas são importantes para se obter um produto final com quantidade e qualidade. Sua importância é fundamental na nutrição animal, como o fornecimento de alimentação, na produção de bovinos leiteiros, na época da seca.
A escolha da variedade de milho adequada e a utilização de técnicas agronômicas no cultivo são fundamentais. A época de corte e as operações de transporte, a ensilagem e a abertura do silo também devem ser feitas de forma criteriosa a fim de conduzir o processo da maneira correta.

sábado, 13 de julho de 2013

Palma forrageira se torna alternativa para enfrentar efeitos da estiagem

Moradores de assentamento cultivam a planta para alimentar a família e os animais

por Globo Rural On-line.
Editora Globo
Medidas irão ampliar a plantação de palma forregeira em assentamento Foto: Romulo Serpa - Ministério do Desenvolvimento Agrário
No interior do Ceará, sertão onde a seca castiga milhares de pessoas e animais, os moradores do Assentamento Logradouro II, do município de Canindé, encontraram uma alternativa para enfrentar os efeitos da estiagem. Lá eles cultivam a palma forrageira para alimentar a família e os animais. 

Com o anúncio do Plano Safra Semiárido, na ultima quinta-feira (4 de julho), uma nova medida do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) vai alavancar a produção de palma. O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) ganhou nova modalidade. Agora, agricultores familiares que tenham excedente de forragem animal (silagem ou palma forrageira) poderão vendê-lo por meio do PAA. E o limite de venda por agricultor foi ampliada para R$ 8 mil/ano. 

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Pastagem: formação adequada para o aumento de produção

Por André Rocha
Início da formação de pastagem
A implantação da pastagem feita de maneira técnica. Fonte: arquivo pessoal do autor.
Ao se iniciar um investimento na área de pecuária, é importante fazer uma avaliação das pastagens da propriedade rural visando à sua melhoria. Vários critérios devem ser levados em consideração para se determinar o nível de investimento, bem como quando  e como fazê-lo. A partir dessa avaliação, pode-se tomar as decisões corretas para a formação das futuras pastagens, que darão origem ao produto final do processo produtivo, ao qual a propriedade rural se destina.
Objetivo da propriedade rural
O primeiro critério a ser definido ou observado é o objetivo a que a propriedade rural se destina. Assim, podemos observar ou definir o tipo de pecuária que se tem ou se pretende implantar:
 -Criação de bovinos, bubalinos, equinos, ovinos ou caprinos.

sábado, 8 de junho de 2013

Produtores têm nova cultivar de forrageira para o período seco

Dalizia Aguiar
Ações do documentDalizia Aguiar
 Produtores têm nova cultivar de forrageira para o período seco
A Embrapa Gado de Corte – Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) realizou um dia de campo para apresentar a mais nova tecnologia desenvolvida pela Empresa e parceiros, a cultivar de Brachiaria brizantha, BRS Paiaguás.
Fruto de um longo trabalho, a cultivar Paiaguás é derivada de populações de Brachiaria brizantha, importada da África. É o primeiro capim selecionado para os sistemas de produção integrados, especialmente, na modalidade lavoura-pecuária, sendo de fácil utilização com milho safrinha e uma boa alternativa na entressafra da soja. Critérios como produtividade, vigor e produção de sementes foram destacados no processo de seleção que deu origem a cultivar.

sábado, 20 de abril de 2013

A espécie forrageira e o sistema de pastejo rotacionado

Por Beatriz Lazia 

Para o pastejo rotacionado, as forrageiras mais indicadas são as plantas eretas, de porte alto e com ritmo de crescimento

pastejo rotacionado portal agropecuario 250x164 A espécie forrageira e o sistema de pastejo rotacionado
Uma vantagem do pastejo rotacionado refere-se à grande facilidade de adaptação da espécie forrageira a esse tipo de sistema
pastejo rotacionado deve ser adotado para plantas que necessitem de um período de descanso para acumular e recuperar as reservas orgânicas e permitir a regeneração da pastagem sem a interferência do animal, além de prevenir a eliminação das espécies mais aceitas pelos animais.
Sobre a espécie forrageira, especialistas estão de acordo que plantas eretas, de porte alto e com ritmo de crescimento acelerado, como as forrageiras das espécies Panicum maximumAndropogon gayanus e Setaria spp, são as mais adaptadas ao sistema de pastejo rotacionado, enquanto que as forrageiras de porte baixo, estoloníferas ou semiprostradas, prestam-se ao sistema de pastejo contínuo.
Em pastagens formadas por forrageiras de alto potencial de produção e manejadas em pastejo contínuo, por exemplo, com baixa lotação, ocorre como consequência o pastejo desuniforme. Nessas condições, é comum aparecerem áreas subpastejadas e superpastejadas dentro de um mesmo pasto. Nas áreas subpastejadas, a forragem é rejeitada pelos animais por ficarem velhas e lignificadas; já nas áreas superpastejadas, é comum o solo ficar descoberto, pois é onde os animais concentram o pastejo por haver rebrota constante.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Renovar ou recuperar as pastagens: uma decisão difícil


As estimativas demonstram que mais da metade das pastagens cultivadas estão degradadas na atualidade.  Por Beatriz Lazia em 5th novembro 2012

pastagem portal agropecuario 159x250 Renovar ou recuperar as pastagens: uma decisão difícil
Antes de tomar qualquer decisão, é importante que o agricultor procure um técnico especialista
Antes de tomar a decisão sobre a renovação ou recuperação de pastagens degradadas, o agricultor deve antes consultar um técnico experiente no assunto, uma vez que o custo de formação de uma pastagem não é baixo, valendo à pena ter certeza da impossibilidade de recuperação. Nesse sentido, a reforma de pastagens não pode ser entendida como uma atividade isolada, mas sim deve fazer parte de um conjunto de aplicações tecnológicas as quais devem caminhar juntas para aumentar a produtividade das propriedades agrícolas.
Se formos conceituar sobre do que se trata uma recuperação de pastagem, esta seria o restabelecimento da produção de forragem, de acordo com o interesse econômico, mantendo-se a mesma espécie ou cultivar, enquanto a renovação da pastagemseria o restabelecimento da produção de forragem, com a introdução de uma nova espécie ou cultivar em substituição àquela em degradação.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Cigarrinhas das pastagens começam ataque no período chuvoso


O início do período chuvoso em Rondônia traz uma preocupação a mais para os produtores rurais: o ataque das cigarrinhas das pastagens, insetos sugadores que causam prejuízos às pastagens e às culturas de cana-de-açúcar, arroz, milho, sorgo e outras gramíneas. De acordo com o pesquisador da Embrapa Rondônia (Porto Velho), José Nilton Costa, é nesta época, geralmente nos meses de setembro e outubro, que ocorre a eclosão dos ovos que ficam no solo e resistem às condições adversas do período da seca, dando origem às ninfas, a forma jovem da cigarrinha.
Após a eclosão, as ninfas se alojam na base das gramíneas forrageiras, junto ao solo, onde permanecem envoltas por uma espuma produzida por elas mesmas, até tornarem-se insetos adultos. De setembro a maio, podem ocorrer até cinco gerações de cigarrinhas em Rondônia.

O pesquisador explica que, embora as ninfas das cigarrinhas causem algum dano, os insetos adultos são os causadores dos maiores prejuízos. "Ao se alimentarem, introduzem substâncias tóxicas que tanto podem atrapalhar o transporte da seiva, quanto causar a morte dos tecidos das plantas", afirma. Em geral, as folhas atacadas pelas cigarrinhas secam a partir das pontas. Quando o número de insetos é elevado, o crescimento da gramínea é reduzido drasticamente e a pastagem fica completamente seca, como se fosse queimada.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Livro traz informações para melhorar qualidade da produção de grama




Já está a venda pela Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais (Fepaf) o livro Nutrição, adubação e calagem para a produção de gramas. A publicação foi lançada durante o sexto Simpósio sobre Gramados (SIGRA), evento organizado bianualmente pela Faculdade de Ciências Agronômicas(FCA) da Universidade Estadual Paulista(Unesp), câmpus de Botucatu. A obra é organizada pelos professores Roberto Lyra Villas Bôas, da FCA; Leandro José Grava de Godoy, do Câmpus Experimental de Registro; Clarice Backes, da Universidade Estadual de Goiás (UEG) e Alessandro José Marques Santos, doutorando da FCA e também professor da UEG.

São apresentados resultados de experimentos realizados na FCA desde 2001 e o conteúdo reflete a experiência dos autores em testes de laboratório e pesquisas realizadas em campo. Dentre os temas abordados estão os usos de micronutrientes, silício, corretivos e fertilizantes e composto de lodo de esgoto na produção de grama, além de avaliação do estado nutricional dos gramados e um panorama do cultivo no Brasil.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Recuperação de pastagens aumenta renda de produtores de Rondônia



Quatro anos após a Operação Arco de Fogo, comandada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para coibir a comercialização ilegal de madeira em municípios da Amazônia Legal, produtores de Machadinho do Oeste, a 350 quilômetros de Porto Velho (RO), estão conseguindo superar as dificuldades encontradas no campo e aumentar a produção de leite. Os resultados positivos são provenientes da adoção de uma tecnologia da Embrapa difundida através do Projeto Arco Verde: a recuperação e renovação de pastagens degradadas.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Reforma de pastagem: instrumento de sucesso para pecuária leiteira

Durante a II Jornada do Produtor Rural, em Bataguassu/MS (), evento sobre recuperação de pastagem para melhorar a produção de leite, produtores rurais que não fizeram a reforma de seus pastos disseram estar mais preocupados, neste ano, com a alimentação do rebanho no inverno (junho a agosto). Isso porque, além da estiagem habitual que ocorre nesse período, soma-se o baixo crescimento da pastagem durante o último verão, quando a intensidade de chuva ficou muito abaixo do necessário para as lavouras e pastagens.


sexta-feira, 16 de março de 2012

Estudo analisa tipos de pastagem para melhorar produção leiteira




A pecuária brasileira se baseia, em grande parte, na utilização de pastagens como fonte de alimento para os animais ganharem o tamanho e peso adequados, seja para procriação, abate, ou produção de leite e derivados. Como sabem os pecuaristas, quanto melhor o capim, maior o ganho de peso dos animais. Mas como saber se a gramínea escolhida é mesmo a melhor alternativa para o tipo de criação?

Com apoio do edital de Apoio a Agropecuária, da Faperj, o zootecnista Sergio Trabali Camargo Filho, da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro (Pesagro-Rio), coordena um projeto para estudar duas espécies exóticas de pastagem, Cynodon nlemfuensis eDigitaria swazilandensis, conhecidas popularmente como capim estrela e capim suázi, respectivamente. O objetivo é gerar conhecimento que contribua para aumentar a produção leiteira e melhorar as condições de reprodução.


quinta-feira, 8 de março de 2012

Pesquisador explica como recuperar a pastagem atingida por excesso de chuvas




Pecuaristas que sofreram prejuízos com as pastagens por causa das fortes chuvas que caíram no no final de 2011 e no início deste ano devem recuperar as áreas com a adoção de técnicas adequadas. As chuvas podem ter provocado danos especialmente em pastagens que já apresentavam algum problema de manejo, com cobertura vegetal reduzida e solo exposto.

Segundo o pesquisador da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) Domingos Sávio Queiroz, se o pasto já se encontra degradado, somente a reforma e o manejo correto, ajustando a carga animal à capacidade de crescimento da forrageira, podem reduzir o avanço do quadro de degradação. As opções de reforma podem ser pela recuperação direta, com um novo plantio, ou por meio da integração lavoura/pecuária. A associação com outra cultura, como o milho, por exemplo, reduz total ou parcialmente o custo da recuperação do pasto.


quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Embrapa lança capim para recuperação de pastagens degradadas

Vegetação pode ser alternativa de forrageira para integração de lavoura e pecuária

por Globo Rural On-line

Agrisus/DivulgaçãoLançada pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), uma variedade de capim é alternativa para arecuperação de pastagens no sistema integração lavoura-pecuária.

Denominada BRS Piatã, a vegetação possui elevado valor nutritivo para o gado e é indicada para solos de média e alta fertilidade. Nessas condições, o capim produz forragem de boa qualidade e com acúmulo de folhas, recuperando pastagens que sofreram degradação ao longo do tempo.

Mato Grosso é um dos grandes produtores de carne bovina e o segundo exportador brasileiro do produto. Por conta disso, a Embrapa e a Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras (Unipasto) investiram no desenvolvimento da planta.

A nova cultivar tem alta taxa de crescimento e rebrota, além de resistência às cigarrinhas típicas das pastagens. Ela produz, em média, 9,5 toneladas por hectare de matéria seca, com 57% de folhas, sendo 36% dessa produção obtida no período seco.

O novo capim também possui florescimento concentrado nos meses de janeiro e fevereiro, o que o torna uma ótima opção para ser utilizado como pasto vedado para a seca.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Pasto agroecológico é novidade no sertão sergipano

Produtores são orientados a adotar práticas inovadoras e ecologicamente corretas


por Globo Rural On-line
Agrisus/DivulgaçãoPara que adotem práticas inovadoras e ecologicamente corretas, consultores do projeto Frutos da Floresta, desenvolvido pelo Instituto de Cooperação para o Desenvolvimento Sustentável (Icoderus), estão orientando pequenos produtores do sertão sergipano. O objetivo é apresentar aos agricultores o pasto agroecológico.


quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Sistema ILPF na Recuperação de Pastagens Degradadas

Uma alternativa para a sustentabilidade da agricultura

Os sistemas de agrofloresta são classificados em três tipos:
A. agrossilvicultura - são árvores consorciadas com lavouras;
B. silvipastoril - são as árvores consorciadas com pastagens e/ou animais;
C. agrossilvipastoril - são as árvores consorciadas com lavouras, pastagens e/ou animais.
O sistema agrossilvipastoril deu origem, atualmente, ao Sistema Integração Lavoura-Pecuária-Floresta.