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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Clones de seringueira do IAC começam a produzir látex em apenas cinco anos


Quanto mais cedo se colhe, mais depressa o produtor rural consegue recuperar o que foi investido, pagar os financiamentos e lucrar. No caso do heveicultor, a extração do látex demora cerca de sete anos. Mas esse tempo caiu para cinco anos, graças às pesquisas paulistas que desenvolveram 15 novos clones de seringueiras precoces. Os clones foram desenvolvidos pelo Instituto Agronômico (IAC) daAgência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo(SAA), com auxílio do Polo Noroeste Paulista, também ligado à Apta.

Começar a sangrar as seringueiras com tempo 30% menor significa antecipar ganhos para pagar o investimento. Todos os 15 novos clones selecionados pelo IAC têm também maior produtividade que o material mais plantado em São Paulo atualmente, o importado da Ásia RRIM 600, que produz em torno de 1.400 kg por hectare no ano. 

terça-feira, 19 de março de 2013

Produção de mudas ornamentais para a comercialização


Qualquer área da propriedade pode ser destinada à reprodução e produção de mudas ornamentais, desde que devidamente adaptada.

Por Beatriz Lazia
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Um viveiro de plantas necessita de condições ideais para o total desenvolvimento das mudas e consequente sucesso da produção
A produção de mudas ornamentais, voltada para a comercialização, tem sido uma atividade rentável nos últimos anos. Isso porque o setor de flores e plantas ornamentais vem se destacando muito no agronegócio brasileiro. As condições de produção do Brasil, este dotado de diversidade de solo e clima, permitem o cultivo de infinitas espécies que conferem aos produtos brasileiros oportunidades de abrirem espaços e de se firmarem no mercado internacional.
Em contrapartida, a exigência do mercado consumidor por produtos de qualidade e de maior valor agregado, junto aos efeitos da globalização, concorrem para uma necessidade de mudança na forma como as cadeias produtivas vêm operando.
Sendo assim, um viveiro de plantas necessita de condições ideais para o total desenvolvimento das mudas e consequente sucesso da produção. Tais condições ideais dizem respeito à umidade, à irrigação, à luminosidade, à temperatura, ao tipo de solo, à adubação, aos tipos de recipientes, à proteção contra o vento e chuvas, ao controle de pragas e ervas daninhas e ao pessoal especializado no ramo.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Isla disponibiliza sementes de árvores nativas

Um lançamento aguardado há muito tempo no Brasil. A Isla começa a disponibilizar sementes de árvores nativas com qualidade e origem comprovada e de acordo com as normas vigentes no país. A iniciativa, cem por cento nacional, em parceira com o Instituto Brasileiro de Florestas, tem como objetivo fomentar o projeto Sementes do Trabalho, que promove a coleta de sementes nativas de forma correta e segura. "Queremos, através dessa iniciativa, proporcionar uma fonte de trabalho sustentável para os agricultores familiares, comunidades indígenas e ribeirinhas", destaca a presidente da Isla, Diana Werner. Outro objetivo é contribuir com sementes para ações de restauração e compensação ambientais, como por exemplo, as do Novo Código Florestal Brasileiro e as obras realizadas em decorrência da Copa do Mundo 2014 e das Olimpíadas 2016.
Durante muitos anos, a Isla almejou trabalhar com sementes de árvores nativas, mas a principal barreira era a ausência de legislação específica para a produção e comercialização das sementes, fazendo com este mercado acontecesse na informalidade. "A Instrução Normativa que regulamenta a Produção, a Comercialização e a Utilização de Sementes e Mudas de Espécies Florestais, Nativas e Exóticas, publicada em dezembro de 2011, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento é o primeiro passo para mudar o cenário e garantir a procedência, identidade e qualidade de sementes de árvores nativas", afirma o diretor de Planejamento Estratégico da Isla, Andrei Santos.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Produção de madeira proveniente da silvicultura passa de 33% para 77% em uma década, diz IBGE



O aumento da fiscalização e a maior conscientização ambiental no país levaram a uma inversão na participação da extrativa vegetal e da silvicultura (florestas plantadas) na produção primária florestal brasileira, segundo dados da pesquisa Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura 2011 (Pevs), divulgada na quinta, dia 6, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O gerente da pesquisa, Luís Celso Guimarães Lins, disse que o país vivenciou, nas últimas décadas, uma transformação no setor de produção de madeira, com a expansão da produção de toras de madeiras a partir de florestas plantadas.
– É só observar que em 1990 a extrativa vegetal chegava a responder por 67% de toda a madeira produzida, enquanto a silvicultura era responsável por apenas 33% da madeira produzida nas florestas brasileira. Cinco anos depois, em 1995, esse percentual já havia sido invertido: a extrativa vegetal respondia por apenas 47% da madeira produzida, enquanto a silvicultura saltava para 53% – afirmou.
Os números, segundo o técnico do IBGE, foram sendo alterados ano a ano com a produção decorrente da silvicultura e, uma década depois, em 2000, já respondia por 77% da produção total de madeira.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Florestas energéticas podem contribuir para preservar a Caatinga

Fonte Embrapa

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Florestas energéticas podem contribuir para preservar a Caatinga
Como solução, não pode ser considerada definitiva, mas o plantio de eucaliptos é uma alternativa para diminuir a pressão sobre a caatinga para a retirada de lenha que abastece os fornos das industrias gesseiras na Chapada do Araripe. O rápido crescimento, a uniformidade da lenha e o rendimento energético dessa espécie exótica podem reduzir em 2,6 vezes a demanda por madeira da vegetação nativa.
A produtividade (100 m3.ha-1) alcançada por dois híbridos de eucalipto submetidos a 5 anos de testes experimentais garante, com o plantio de apenas 8,1 ha.dia-1, a quantidade de madeira necessária para atender a demanda energética da região – incluindo as mais de 100 indústrias gesseiras: 5.250 mst.dia-1. No atual modelo de exploração intensiva, para suprir essa demanda é preciso por abaixo nada menos que 21 ha da vegetação nativa.
“Isto livraria pelo menos 13 ha.dia-1 da caatinga do desmatamento indiscriminado”, garante o pesquisador Marcos Drumond, da Embrapa Semiárido.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Pesquisa visa desenvolver integração entre o plantio de eucalipto e a criação de ovinos

Uma pesquisa realizada em Itapetininga, no interior de São Paulo, visa desenvolver a integração entre o plantio de eucalipto e a criação de ovinos. Os primeiros resultados devem ser divulgados até a metade do ano. A expectativa dos pesquisadores é iniciar a aplicação do sistema em uma propriedade comercial até o fim de 2012.


terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Raiz de eucalipto e o solo

Como produzir uma bela árvore de eucalipto a partir da análise estratificada do solo. Assista ao programa e saiba mais. 10/12/11 - Painel Florestal TV - 5:50