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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Órgão norte-americano quer proibir uso de antibióticos em ração anima

Assunto está causando polêmica no Brasil; Sindirações acredita que em caso de aprovação, os 

custos de produção aumentariam muito.

 


Eduardo Ongaro

Foto: Eduardo Ongaro
Ubabef acredita que essa regulamentação não deve acontecer no Brasil
A Food and Drug Administration (FDA), órgão governamental dos Estados Unidos que lida com o controle das indústrias alimentícias e de medicamentos, quer proibir o uso de antibióticos em ração animal. Segundo o órgão, o uso desses medicamentos poderia prejudicar ou até matar seres humanos. A discussão já está causando polêmica no Brasil.
A FDA afirma que essa regulamentação, por enquanto, não é obrigatória nos Estados Unidos. O órgão pede para que os agricultores deixem de usar os antibióticos de forma voluntária.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Recuperação de pastagens aumenta renda de produtores de Rondônia



Quatro anos após a Operação Arco de Fogo, comandada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para coibir a comercialização ilegal de madeira em municípios da Amazônia Legal, produtores de Machadinho do Oeste, a 350 quilômetros de Porto Velho (RO), estão conseguindo superar as dificuldades encontradas no campo e aumentar a produção de leite. Os resultados positivos são provenientes da adoção de uma tecnologia da Embrapa difundida através do Projeto Arco Verde: a recuperação e renovação de pastagens degradadas.

domingo, 13 de maio de 2012

Consultório agrícola: como preparar ração para vacas leiteiras


Produtor de Lavrinhas que saber como fazer uma alimentação balanceada para os animais

por João Mathias
Valdemir Cunha                      Como se prepara ração balanceada para um lote de vacas produtoras de mais de 30 quilos de leite por dia, que vive em piquete de mombaça? José Henrique Bonci Nunes 
Lavrinhas, Vale do Paraíba 


Vacas produzindo 30 quilos de leite ao dia precisam de suplementação concentrada, que pode conter uma grande variedade de alimentos, como milho, sorgo, farelo de soja, farelo de algodão, ureia, polpa cítrica, casca de soja, caroço de algodão, entre outros. O mais indicado é utilizar o que há disponível na região e apresente custo competitivo para o produtor. Escolhidos os ingredientes, o próximo passo é formular um suplemento equivalente ao que falta no pasto, a base da alimentação dos bovinos. Para pastagens de alta qualidade, contendo 14% ou mais de proteína bruta, o concentrado deve ser basicamente energético, com, no máximo, 12% a 13% de proteína, composto por grãos de cereais ou subprodutos como polpa cítrica ou casca de soja. Se forem de qualidade inferior, com menos de 11% a 12% de proteína bruta, será necessário mais proteína, que pode ser obtida com farelo de soja, algodão ou ureia. Em geral, suplementos com 16% a 18% de proteína complementam adequadamente. Mas se a forrageira for de qualidade muito baixa, com menos de 10% de proteína, recomenda-se concentrado com 22% a 25% do nutriente. 

Consultor: Alexandre Pedroso, pesquisador da Embrapa Pecuária Sudeste, Caixa Postal 339, CEP 13560-970, São Carlos, SP, tel. (16) 3411-5600, sac@cppse.embrapa.br